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14º Arraial AfroJulino da Comunidade Jongo Dito Ribeiro

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O Arraial Afro-Julino da Comunidade Jongo Dito Ribeiro é a maior festa organizada pela sociedade civil em Campinas e região, com a participação de cerca de 5000 pessoas. É uma festa julina de culturas afro-brasileiras, anual, com duração de 18h, que ocorre sempre no segundo sábado do mês de Julho. Em 2017 será no dia 08 de Julho, começando sábado, ao meio-dia (12h), na Casa de Cultura Fazenda Roseira, que também abriga o primeiro Centro de Referência Jongueiros do Sudeste – Comunidade Jongo Dito Ribeiro, do estado de São Paulo.

O nosso 14º Arraial Afro Julino é Patrimônio Cultural Imaterial de Campinas, é evento do calendário oficial turístico do Estado de São Paulo, é evento oficial no calendário da nossa cidade e abre as comemorações de aniversário da nossa amada Campinas-SP. Por fim, são 14 anos de trabalho e salvaguarda da nossa cultura ancestral, o jongo. Se programem… este será o último ano no formato da 12h as 06h da manhã.

A festa inicia tradicionalmente com o terço a São Benedito e depois segue com apresentações culturais e artísticas de grupos parceiros de diversas localidades do estado de São Paulo, entre outros estados, do segmento afro. Tem jongo, samba, maracatu, bateria, rap e outras manifestações culturais afro-brasileiras, além da disposição de barracas de comidas típicas da culinária afro, pratos juninos, vestuários e artesanato.

A Festa acontece na sede da comunidade a Casa de Cultura Fazenda Roseira, sede da comunidade jongueira instalada em uma antiga fazenda, na periferia de Campinas/SP. A entrada é 2kg de alimento não-perecível ou o valor de R$ 10,00 reais. Os alimentos serão doados para o banco de alimentos da prefeitura municipal de Campinas.

Toda a elaboração, desenvolvimento, divulgação e organização do Arraial é realizada pela própria

Comunidade, unindo gerações, amigos, parceiros e familiares no maior evento realizado pela Comunidade Jongo Dito Ribeiro

Terço

O terço é uma das formas com que agradecemos a São Benedito por sua proteção a Comunidade Jongo Dito Ribeiro, esse ano sera feito pela Pastoral Afro da Arquidiocese de Campinas

TERÇO A SAO BENEDITO

Afoxé Ibaô Inã ati Omi

Em síntese o IBAÔ se propõe a criar, unir e multiplicar as ações em rede, por meio de parcerias com outras comunidades, grupos, instituições que compartilham da diversidade cultural, colaborando com o desenvolvimento pessoal e coletivo, por meio de propostas e iniciativas de salvaguarda e memória dos ofícios, costumes, tradições e saberes da nossa cultura, em especial, a preservação da memória de Mestre Tedi.

IBAO

Capoeira Semente do Jogo de Angola

O Grupo de Capoeira Semente do Jogo de Angola é uma entidade civil sem fins lucrativos, de caracter social, cultural, beneficente assistencial, fundado por Jorge Egídio dos Santos – “Mestre Jogo de Dentro”- em 09 de Setembro de 1990, no Teatro Miguel Santana – Pelourinho – Salvador-Bahia. Em Campinas é liderado pelo contramestre Danny

Resistencia do Gueto

Resistência du Gueto é um grupo de rap da cidade de São Paulo Brasil formado na cidade de Campinas interior paulista em 2001 por Ngo e Gino eterno hoje já em um plano melhor em sua primeira formação Resistência du Gueto desenvolvia seu trabalho com a banda da casa de cultura Tainã e a orquestra de tambores de aço (Steel​-druns ) instrumento de origem caribenha de Trinidad Tobago ganhou em primeiro lugar no primeiro festival de Rap do Maria Maria em 2006 concorrendo com 26 grupos de rap hoje a nova formação do grupo é Ngo ,MT Beck,Nelson Fumaça,GM,e Dinho em memoria aos MCS que fizeram parte do grupo Higino M da Silva e Henrique que hoje estão num melhor lugar ASÈ .

Resistencia du Gueto

Grupo Urucungos Puítas e Quijengues

Com a liderança de Alceu Estevam e Rosa Líria Pires Sales, o Urucungos foi fundado em 1988 na Universidade Estadual de Campinas-SP (UNICAMP), através de um curso de extensão, ministrada pela Profa de cultura popular Raquel Trindade que o batizou de Urucungos (Berimbau), Puítas (Cuíca) e Quijêngues (Tambor), instrumentos musicais africanos proveniente de Angola e muito difundido no Brasil. O grupo tem como missão principal resgatar, preservar e divulgar a cultura popular brasileira de acordo como elas são manifestadas nas suas origens e apresentada ao público em forma de arte, apresentam danças circulares afro brasileiras como o Coco de  Alagoas, Samba Lenço, Samba de Bumbo, Samba de Roda. A marca  principal do Urucungos é fazer com que o público participe das suas  performances, criando um ambiente de integração coletiva, onde a música, a  dança e as cantorias  mistura-se com as energias das pessoas,  formando neste momento a verdadeira manifestação popular, que é aparticipação do público.

URUCUNGUS

Bateria Alcalina

O Instituto de Artes da UNICAMP é o berço da Bateria Alcalina: em 2003, estudantes da universidade e percussionistas de São Paulo e Campinas formaram esta bateria universitária, que logo se destacou por sua proposta e características singulares. Além do samba, interpreta diversos ritmos afro-brasileiros adaptados para a formação de bateria de escola de samba.

Bateria Alcalina

 

Quadrilha Teatralizada do Grupo de Teatro Fora dos Trilhos – Rede Usina Geradora

O Grupo Fora dos Trilhos vem trazer com humor a  quadrilha das festas juninas e julinas tradicionais da cultura brasileira.

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Aureluce

Aureluce Santos nasceu em Campinas e ensaiou suas primeiras notas no Coral Maria Neves Baltazar até se revelar ao interpretar vários sambistas. Atualmente é reconhecida como “a Dama do Samba de Campinas”, atraindo plateias de todas as idades.

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Ilu Obá de Mim

Bloco Afro Ilú Obá De Min (composto atualmente por 90 mulheres ritmistas oriundas das oficinas e o Corpo de Dança Ilú Obá De Min para a realização de um cortejo na sexta feira de carnaval pelas ruas do centro da cidade. A repercussão do projeto desenvolvido a 6 anos na metrópole atraiu para o carnaval de 2010 público em torno de 8.000 pessoas, algumas vindas de outros municípios e estados especialmente para esta manifestação.Os cortejos de blocos nas cidades de São Paulo, ainda longe da tradicionalidade que possuem em outras capitais como o Rio de Janeiro, Recife e Bahia, aos poucos vem atraindo um número maior de adeptos deste tipo de diversão. O Ilú Obá com sua proposta inovadora e única na metrópole de São Paulo tornou-se referência étnico-cultural e educativa, tendo sido premiado pelo Prêmio Culturas Populares Mestre Humberto Maracanã 2008 – SID/MINC ao lado de grandes iniciativas culturais brasileiras.

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Forró Mandaçaia

Formado por músicos que já possuem vivência desde sempre na cultura da música nordestina, o Forró Mandaçaia chega no mês junino pra celebrar e pedir a benção dos Santos cultuados em fogueiras, promessas, simpatias, buscando tudo que há de bom, de festa, de reza, de trabalho! Viva Santo Antônio! Viva São João! Viva São Pedro! Viva S’Antana! E todos os outros santos que gostam de festa! Na Sanfona e voz: Rafa Virgolino; Zambumba e voz: Dani Virgolino; Triângulo e Voz: Fran Nóbrega e voz principal: Andréia Preta. Música de Rosil Cavalcante e Jackson do Pandeiro.

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Forró Quixaba

Na paulicéia da garoa o samba e o choro foram as sementes principais do nosso encontro. O Quintal da Tia Ivani na Lapa foi o terreno certo, berço de um começo que hoje nos abre caminhos para levarmos (com licença do Velho Lua e do povo nordestino), a alegria e a pisada do baião, xote, forró e rojão a novos lugares e pessoas. Seu Luiz Gonzaga, Dominguinhos, João do Vale, Dona Marinês, Camarão, Hermeto Pascoal, Sivuca, Cátia de França e Alceu Valença são alguns dos mestres e mestras que guiam nosso trabalho. O fole de Tauã Ribeiro, e a flauta de Thais Ribeiro já de casa se conheciam. Os dois irmãos juntam-se ao pandeiro e triângulo de Ribeka Suzuki e à zabumba de Gabriel da Conceição em 2016. Um ano depois firmam o encontro, nasce assim o “Forró Quixaba” – Árvore nordestina, sertaneja medicina, salva o gado castigado da seca impiedosa, tem flor cheirosa, espinho duro e dá também um doce fruto, foi do chá do pau na cana que se batizou o grupo.

forró quixaba

Jongo do Tamandaré

O Jongo da saudosa tia Mazé,com existência no bairro do Tamandaré em Guaratinguetá há mais de 100 anos e que há cerca de 11 anos apadrinhou a Comunidade Jongo Dito Ribeiro e nos ensinou a pisar na tradição e reconhecer nossas origens.

Jongo Tamandaré

Porão com os Djs

O DJ Lucas Barata é natural de Salvador, Bahia. Sediado em São Paulo desde 2001 realiza atividades como DJ, Produtor Cultural, Pesquisador Musical e Livre-Radialista. Como DJ, se interessa mais particularmente pelos ambientes que a música pode ajudar a criar do que pelos processos de audição propriamente ditos, e defende a discotecagem como um motor de dinâmicas sociais, estéticas e festivas, como uma ferramenta de construção de espaços e relações.

Também contaremos com a presença dos DJs : DJ Chakal, DJ Taynara, DJ JP e DJ Mariana Boaventura que vão fazer o arraial dançar ao som de muita musica black.

Comunidade Jongo Dito Ribeiro

A Comunidade Jongo Dito Ribeiro é formada por um grupo que reconstitui a manifestação do jongo em Campinas/SP por meio da memória de familiares de Benedito Ribeiro e outras pessoas que se encontraram e se reconheceram como jongueiras. Hoje a Comunidade é reconhecida como Patrimonio Imaterial da cidade de Campinas. Este ano contaremos com a presença do Jongo Tiduca de Cananéia em nossa roda de jongo.

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Local: Casa de Cultura Fazenda Roseira –

Rua Domingos Haddad, n° 01 em frente ao Hospital da PUCC II, dentro do Residencial Parque da Fazenda – rua s/ saída.

 

Reinauguração do Centro de Referência Jongueiras e Jongueiros do Sudeste – Comunidade Jongo Dito Ribeiro está no VIII Sou África nesta semana

E mais uma semana do VIII Sou África em Todos os Sentidos se inicia na Casa de Cultura Fazenda Roseira e a Comunidade Jongo Dito Ribeiro está nos últimos preparativos para a Reinauguração do Centro de Referência Jongueiras e Jongueiros do Sudeste – Comunidade Jongo Dito Ribeiro – Campinas/SP, no próxima dia 03 de Dezembro, a partir das 14h.

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O Cento de Referência consiste em uma experiência concreta de ação de salvaguarda permanente no espaço do galpão, com acervos sobre as comunidades jongueiras, seus territórios e atuação e do Jongo do Sudeste como prática ancestral da cultura negra a partir dos olhares e percepções da Comunidade Jongo Dito Ribeiro – Campinas/sp. Estas ações foram possibilitadas por meio de um Edital do IPHAN em que a Comunidade, em parceria com o Ponto de Cultura NINA, foi contemplada com recurso para a execução das ações de Salvaguarda.

Vejam abaixo, as palavras de nossa Mestra Alessandra Ribeiro:

“Salve Famíliaaaaaaaaaaaaa CONVITE…CONVITE…CONVITE

Dia 03 de dezembro, às 14h esperamos TODAS E TODOS para mais uma vez agradecer pela PARCERIA, AMIZADE E CAMINHADA COMPARTILHADA.

Estaremos reinaugurando e LANÇANDO a REVISTA E DOCUMENTÁRIO do Centro de Referência JONGUEIRAS E JONGUEIROS DO SUDESTE COMUNIDADE JONGO DITO RIBEIRO CAMPINAS SP e o Centro de Documentação, Memória e Territórios “Edite Ribeiro Barboza”(in memorian).

Presenças confirmadas dos JONGUEIRAS DE : Guaratingueta (Quilombolas e Tamandaré), Piquete, São José dos Campos, Indaituba, Guaianazes, Cananéia, Embu das Artes, Lagoinha, São Luiz do Paraitinga, Cubatão, Taubaté.

Nossos parceiros do IPHAN -DPI, Secretaria do Estado de São Paulo, vários coletivos de CAMPINAS.

Contamos e aguardamos vocês.
Bora Jongar…

“É na roda de jongo que o MUNDO gira””

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Um dos trabalhos do Centro de Referência foi a realização de uma Caravana, a qual visitou todas as Comunidades de Jongo do estado de São Paulo, incluindo a CIMG_0364omunidade de Lagoinha e as memórias de Jongo de São Luiz do Paraitinga. Estas visitas foram registradas por meio de fotos, vídeos e textos, os quais comporão um video documentário e uma Revista que serão lançados também no dia da Reinauguração do Centro de Referência.

As jongueiras e jongueiros de Dito Ribeiro vem se preparando desde o mês de Agosto para esta atividade. Tanto o Casarão como o Galpão onde está1455074_1883885105171518_6303518253538817943_n o Centro de Referência foram reformados com recursos captados pela própria Comunidade em apresentações externas ou premiações como a da Categoria Territórios Culturais pelo Prêmio Governador do Estado de São Paulo no início deste ano de 2016.

Representantes das Comunidade Jongueiras do estado de São Paulo, Guaratinguetá, São José dos Campos, Piquete, Indaiatuba, Embú das Artes, Lagoinha, São Luiz do Paraitinga, Guaianazes, Cananéia, Cubatão, Taubaté estarão prestigiando o evento, assim como representantes do IPHAN-SP e do Poder Público Municipal de Campinas.

A programação será permeada por algumas mesas de apresentaçãosamba_de_lua_03dez16 do Projeto, Lançamento da Revista e Documentário do CR, apresentação de outros Projetos que envolvem documentação e acervo da Comunidade Jongo Dito Ribeiro, coquetel, roda de jongo e termina com o último Samba de Luá do ano.

Abaixo mais detalhes da programação do Dia 03 de Dezembro…

14h Mesa dos Parceiros: IPHAN, DPI, DAF, Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, Prefeitura Municipal de Campinas, Ponto de Cultura NINA e Comunidade Jongo Dito Ribeiro

15h Avanços e Desafios: Centro de Referência Jongueiros do Sudeste – Comunidade Jongo Dito Ribeiro Campinas SP

16h Lançamento da Revista, Documentários e Site Centro de Referência Jongueiros do sudeste – Comunidade Jongo Dito Ribeiro Campinas SP.

16h30 Inauguração do Centro de Documentação “Edite Ribeiro Barbosa” (in memorian)

17h Apresentação do Projeto Cartografia Social Comunidade Jongo Dito Ribeiro Campinas SP – parceria com a profa. Dra. Vera Lúcia – PUC Campinas

18h Coquetel de Encerramento e Roda de Jongo.

23h30 Comemoração do Dia do Samba – Samba de Luá – Último do Ano

Quer saber mais sobre o Centro de Referência Jongueiras e Jongueiros do Sudeste – Comunidade Jongo Dito Ribeiro – Campinas/SP é só acessar http://crjongoditoribeiro.org.br/

Até lá.

AXÉ!!

Programação do 13º Arraial Afro Julino da Comunidade Jongo Dito Riberio

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“Esse ponto destrava a mente

esse ponto não trava a língua

É na roda de jongo que o mundo gira

É na roda de jongo que o mundo gira

E se o tempo fechar

a nossa estrela ainda brilha

É na roda de jongo que o mundo gira

É na roda de jongo que o mundo gira ” (Ponto da Comunidade Jongo Dito Ribeiro)

Salve Salve Comunidade! está chegando o 13º Arraial Afro Julino da Comunidade Jongo Dito Ribeiro, esse ano em clima de luta pelos direitos democráticos, o lema é ” Nenhum Direito a Menos” .

Estamos preparando uma festa linda com o melhor da Cultura Afro, Feira de Economia Solidaria com artesanatos e comidas deliciosas . Teremos a tradicional canja e canelinha que são cortesias da casa. E claro muito jongo!

Confira a nossa programação:

12h – Terço a São Benedito

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O terço é uma das formas com que agradecemos a São Benedito por sua proteção a Comunidade Jongo Dito Ribeiro – Campinas/SP.

12h30 – Capoeira IBECA (Campinas/SP)

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O Instituto Brasileiro de Esporte Cultura e Arte – IBECA é uma entidade social, sem fins lucrativos. Foi fundado no dia 30 de Dezembro de 2004, por Tiago de Camargo, conhecido na capoeira como Mestre Formiga e seus alunos de Capoeira. Tem como missão contribuir com o reconhecimento e a valorização da capoeira como um patrimônio cultural imaterial de Campinas/SP, do Brasil e da Humanidade.São parceiros da Casa de Cultura Fazenda Roseira e aqui o Professor Paulo Costa ministra aulas de capoeira todas terças e quintas.Sempre estão presentes em nossos arraiais.

13h30 – Urucungus Puítas e Quijengues (Campinas /SP)

urucungus (foto Robson Sampaio)

Com a liderança de Alceu Estevam e Rosa Líria Pires Sales, o Urucungos foi fundado em 1988 na Universidade Estadual de Campinas-SP (UNICAMP), através de um curso de extensão, ministrada pela Profa de cultura popular Raquel Trindade que o batizou de Urucungos (Berimbau), Puítas (Cuíca) e Quijêngues (Tambor), instrumentos musicais africanos proveniente de Angola e muito difundido no Brasil. O grupo tem como missão principal resgatar, preservar e divulgar a cultura popular brasileira de acordo como elas são manifestadas nas suas origens e apresentada ao público em forma de arte, apresentam danças circulares afro brasileiras como o Coco de  Alagoas, Samba Lenço, Samba de Bumbo, Samba de Roda. A marca  principal do Urucungos é fazer com que o público participe das suas  performances, criando um ambiente de integração coletiva, onde a música, a  dança e as cantorias  mistura-se com as energias das pessoas,  formando neste momento a verdadeira manifestação popular, que é aparticipação do público.

15h – Jongo de Embu das Artes (Embu das Artes/SP)

embu das artesFoi fundado em 4 de julho de 2008, dirigido pelas Mestres Sol e Bina. Filha e mãe de uma família de jongueiros de varias gerações. em Embu quando colocado o Jongo na cidade foi para atrair um publico geral com especial atenção nas crianças que são a garantia de continuidade, para não cair no esquecimento. O resultado do esforço fica visível no mágico encanto das suas aprentações.

16h30 – Aureluce (Campinas/SP)

Aureluce

Aureluce Santos nasceu em Campinas e ensaiou suas primeiras notas no Coral Maria Neves Baltazar até se revelar ao interpretar vários sambistas. Atualmente é reconhecida como “a Dama do Samba de Campinas”, atraindo plateias de todas as idades.

18h -Jongo de Pinheiral (Rio de Janeiro /RJ)

Jongo de Pinheiral

O Grupo Jongo de Pinheiral, formado por moradores da comunidade, mantém viva esta expressão de origem africana deixada pelos negros escravizados da Fazenda São José dos Pinheiros, berço histórico de Pinheiral. Fundado em 1996 com o objetivo de preservar a dança de jongo e aprimorar a biblioteca cultural afro brasileira na região de Pinheiral -RJ.

19h30 – Aláfia (São Paulo/SP)

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Onze personalidades juntas para fazer surgir um som denso, cosmopolita, dançante. Tudo começou em 2011, quando o bando Aláfia esquentava afinidades em uma temporada de shows no Bar B, no centro de São Paulo. A fala da rua, o frescor dos encontros e o contato profundo com a ancestralidade afro-­brasileira então se mostraram aspectos fundamentais para a criação do grupo. Aláfia é o encontro entre o moderno e o tradicional, a periferia e o centro, a simplicidade e a sofisticação, a paz e a luta. Urbano, o bando pertence à cidade em transe. A música do Aláfia surge da digestão dessas influências diversas, do ponto de encontro entre rap,música de terreiro, MPB e funk. Ritmos e melodias dão forma a uma lírica sofisticada que questiona a sociedade atual e não deixa indiferente. Formada por Eduardo Brechó (voz e guitarra), Jairo Pereira (voz), Xênia França (voz), Lucas Cirillo (gaita), Alysson Bruno (percussão), Victor Eduardo (percussão), Pipo Pegoraro (guitarra), Felipe Gomes (bateria), Gil Du arte (trombone e flauta), Fabio Leandro (teclados) e Gabriel Catanzaro (baixo), a banda também conta com inúmeras parcerias e amizades da cena musical atual.

21h- Jongo do Tamandaré (Guaratinguetá/SP)

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O Jongo da saudosa tia Mazé,com existência no bairro do Tamandaré em Guaratinguetá há mais de 100 anos e que há cerca de 10 anos apadrinhou a Comunidade Jongo Dito Ribeiro e nos ensinou a pisar na tradição e reconhecer nossas origens.

22h30- Choque Vermelho (Campinas/SP)

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O Show do Choque Vermelho trás um repertório próprio e interativo do início ao fim de sua performance. Trabalha projeções, performances e mensagens socais que perpassam referências da música afro-brasileira e latina. Seus integrantes são gente dos pontos de cultura, do teatro popular, da mídia livre e dos comunicadores independentes, militantes envolvidos com a efervescente cena da democratização da cultura e do conhecimento, da resistência periférica e marginal de Campinas. Estar num show do Choque Vermelho é como estar dividindo o palco com este.

00h Comunidade Jongo Dito Ribeiro (Campinas/SP)

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A Comunidade Jongo Dito Ribeiro é formada por um grupo que reconstitui a manifestação do jongo em Campinas/SP por meio da memória de familiares de Benedito Ribeiro e outras pessoas que se encontraram e se reconheceram como jongueiras.

01h30 – Fuluke e a Máfia Africana (Campinas /SP)

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O grupo Máfia Africana é um coletivo musical que tem raízes na música negra popular, com influências do camdomblé ao jazz. Com repertório de músicas próprias, as letras dialogam sobre a cultura preta ancestre e atual. Resgatando e fortalecendo os três pilares desta cultura através do RAP: oralidade, ancestralidade e resistência. As rimas em pretoguês de “Fuluke” dão sentido à intervenção musical dos toca-discos e samplers de “Xegado”, acompanhado pelo toques dos tambores de “Brendon” e a força das vozes e cânticos de “Meire”.

03h-Baque de Santa (Santa Barbára D’Oeste/SP)

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Grupo de Maracatu de Baque Virado, Baque de Santa vem de Santa Barbara D’Oeste e tem influencias de diversas nações tradicionais de Maracatu, trazendo a diversidade desse ritmo em sua essência.

04h- Marília Correa (Campinas/SP)

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Nascida em Campinas, Marília começou a carreira musical em 2009. O timbre e a sensibilidade musical única da artista vêm conquistando cada vez mais espaço nas noites do interior paulista e em grandes capitais. Seu repertório é composto por canções autorais que atraem cada vez mais seguidores e apaixonados por seu trabalho. Além disso, a cantora inclui em seu show grandes nomes como: Djavan, Lenine, Cazuza, Tim Maia, entre outros. Em 2013, Marília assumiu os vocais, violão e percussão de projetos assinados pela produtora 3S, com apoio da ProAc e da Secretaria de Cultura de SP, incluindo a releitura moderna do movimento Tropicalista. Hoje, ela leva arte visual e cultura às escolas, periferias e presídios.

05h Bateria Alcalina (Campinas/SP)

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O Instituto de Artes da UNICAMP é o berço da Bateria Alcalina: em 2003, estudantes da universidade e percussionistas de São Paulo e Campinas formaram esta bateria universitária, que logo se destacou por sua proposta e características singulares. Além do samba, interpreta diversos ritmos afro-brasileiros adaptados para a formação de bateria de escola de samba.

No porão os Djs: Dj Samuca e Dj Brechó (do grupo Aláfia); DJ JP; DJ Taynara; DJ Chakal e nosso mestre de cerimonia o DJ Barata.

DJ Barata

Lucas Barata é natural de Salvador, Bahia. Sediado em São Paulo desde 2001 realiza atividades como DJ, Produtor Cultural, Pesquisador Musical e Livre-Radialista. Como DJ, se interessa mais particularmente pelos ambientes que a música pode ajudar a criar do que pelos processos de audição propriamente ditos, e defende a discotecagem como um motor de dinâmicas sociais, estéticas e festivas, como uma ferramenta de construção de espaços e relações.

Local : Casa de Cultura Fazenda Roseira – Rua Domingos Haddas nº1 , Residencial Parque da Fazenda , referencia: Av John Boyd Dunlop em frente ao Hospital da PUCCII .

Entrada : 1 k de alimento não perecivel (menos sal) ou 10 R$

Data : 9 de julho de 2016 .

SAMBA DE LUÁ – ESPECIAL DIA DOS NAMORADOS 11/06

Vem aí, mais um SAMBA DE LUÁ na Casa de Cultura Fazenda Roseira e esse mês, ESPECIAL DIA DOS NAMORADOS

23h Comunidade Jongo Dito Ribeiro
00h Casa Caiada
03h Mesa de Bar

*** MULHERES QUE CHEGAREM DAS 23H ÀS 01H RECEBERÃO UM DRINK ESPECIAL DA LUA ***** (só esse mês)

E agora, vamos aprender o samba do SAMBA DE LUÁ, para estarmos todos afiados nessa madrugada de dia dos Namorados?

” Chegou, pode sambar que aqui
A madrugada samba
Em chão que é de terra sambá
É samba pra gente bamba
É o samba de luá
Tem giro da nega a rodar
Tem jongo, canjerê, tem festa no fuá
E na batida do couro na mão
Chacoalha a roseira com o povo a cantar

REFRÃO:
É festa até o sol brilhar
E com a bença das Marias
O meu café é o fubá
Quem pisa aqui não se esquece mais não
Do abraço é o sorriso da gente a brincar”

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* Com o TRADICIONAL cafézinho da manhã *

Não vai ficar de fora, né?

” Quem nunca viu o samba amanhecer, vem na Roseira pra ver, vem na Roseira pra ver ” (8′

VEM VEM VEM VEM VEM VEM!!!!!!!!!!!

Bianca Lúcia.

Samba de Luá – EDIÇÃO ESPECIAL Samba pra SÃO JORGE 23/04

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        Samba de Luá – EDIÇÃO ESPECIAL  Samba para  São Jorge

Dia: 23/04

A partir das 22h

– Roda de Jongo

– Mesa de Bar

– Casa Caiada

Entrada: $10,00

* Com o tradicional cafézinho da manhã *

ESPERAMOS VOCÊS!

Bianca Ribeiro.

OFICINA DE TURBANTE no Próximo dia 13 de Abril

No dia 13/04, Dia Internacional do Turbante, realizaremos uma oficina de Turbantes com a especialista Dandewara Pereira, Jongueira da Comunidade Jongo Dito Ribeiro.

Venha conhecer a história, identidade, modos de fazer amarrações e um pouco mais dessa arte dos Turbantes e Torsos.
Horário das 19h às 21:30h

Investimento R$25 no local (trocado)
Inscrições até dia 12/04 pelo email fazendaroseira@gmail.com

Local : Casa de Cultura Fazenda Roseira.
Rua Domingos Haddad , nº 01, Residencial Parque da Fazenda em Frente a PUCC ll

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Bianca Ribeiro.

31° Lavagem da Escadaria da Catedral Metropolitana de Campinas

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No último sábado, 26 de Março, nós da Comunidade Jongo Dito Ribeiro tivemos a honra de participar da 31ª Lavagem da Escadaria da Catedral Metropolitana de Campinas.

Atividade que já há 31 anos acontece na cidade e marca o posicionamento de necessidade de reparação e resistência dos povos de religião de matrizes africanas no Brasil.

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Este ano, homenagens da organização e imagens bonitas compuseram esse axé para Campinas e a sua população presente no centro da cidade.

Muitas pessoas registrando o evento e marcando a história desse belo movimento cultural e religioso organizado na perspectiva da Cultura de Paz e do Axé.

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Após os ritos, cantos e falas, a festa deu lugar às apresentações da Comunidade Jongo Dito Ribeiro, Afoxé IBAO e Urucungos Puítas e Quijengues.

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 ” Quando eu cheguei aqui nessa Cidade,

Eu avistei a torre da Igreja, 

Mas que beleza! Cheguei agora!

Nossa Senhora seja a nossa Guia! ”

Até o ano que vem. AXÉ !!!!

Felipe Garcia.