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Programação do 13º Arraial Afro Julino da Comunidade Jongo Dito Riberio

Cartaz_programacao2-03

“Esse ponto destrava a mente

esse ponto não trava a língua

É na roda de jongo que o mundo gira

É na roda de jongo que o mundo gira

E se o tempo fechar

a nossa estrela ainda brilha

É na roda de jongo que o mundo gira

É na roda de jongo que o mundo gira ” (Ponto da Comunidade Jongo Dito Ribeiro)

Salve Salve Comunidade! está chegando o 13º Arraial Afro Julino da Comunidade Jongo Dito Ribeiro, esse ano em clima de luta pelos direitos democráticos, o lema é ” Nenhum Direito a Menos” .

Estamos preparando uma festa linda com o melhor da Cultura Afro, Feira de Economia Solidaria com artesanatos e comidas deliciosas . Teremos a tradicional canja e canelinha que são cortesias da casa. E claro muito jongo!

Confira a nossa programação:

12h – Terço a São Benedito

terço a sao benedito

O terço é uma das formas com que agradecemos a São Benedito por sua proteção a Comunidade Jongo Dito Ribeiro – Campinas/SP.

12h30 – Capoeira IBECA (Campinas/SP)

ibeca

O Instituto Brasileiro de Esporte Cultura e Arte – IBECA é uma entidade social, sem fins lucrativos. Foi fundado no dia 30 de Dezembro de 2004, por Tiago de Camargo, conhecido na capoeira como Mestre Formiga e seus alunos de Capoeira. Tem como missão contribuir com o reconhecimento e a valorização da capoeira como um patrimônio cultural imaterial de Campinas/SP, do Brasil e da Humanidade.São parceiros da Casa de Cultura Fazenda Roseira e aqui o Professor Paulo Costa ministra aulas de capoeira todas terças e quintas.Sempre estão presentes em nossos arraiais.

13h30 – Urucungus Puítas e Quijengues (Campinas /SP)

urucungus (foto Robson Sampaio)

Com a liderança de Alceu Estevam e Rosa Líria Pires Sales, o Urucungos foi fundado em 1988 na Universidade Estadual de Campinas-SP (UNICAMP), através de um curso de extensão, ministrada pela Profa de cultura popular Raquel Trindade que o batizou de Urucungos (Berimbau), Puítas (Cuíca) e Quijêngues (Tambor), instrumentos musicais africanos proveniente de Angola e muito difundido no Brasil. O grupo tem como missão principal resgatar, preservar e divulgar a cultura popular brasileira de acordo como elas são manifestadas nas suas origens e apresentada ao público em forma de arte, apresentam danças circulares afro brasileiras como o Coco de  Alagoas, Samba Lenço, Samba de Bumbo, Samba de Roda. A marca  principal do Urucungos é fazer com que o público participe das suas  performances, criando um ambiente de integração coletiva, onde a música, a  dança e as cantorias  mistura-se com as energias das pessoas,  formando neste momento a verdadeira manifestação popular, que é aparticipação do público.

15h – Jongo de Embu das Artes (Embu das Artes/SP)

embu das artesFoi fundado em 4 de julho de 2008, dirigido pelas Mestres Sol e Bina. Filha e mãe de uma família de jongueiros de varias gerações. em Embu quando colocado o Jongo na cidade foi para atrair um publico geral com especial atenção nas crianças que são a garantia de continuidade, para não cair no esquecimento. O resultado do esforço fica visível no mágico encanto das suas aprentações.

16h30 – Aureluce (Campinas/SP)

Aureluce

Aureluce Santos nasceu em Campinas e ensaiou suas primeiras notas no Coral Maria Neves Baltazar até se revelar ao interpretar vários sambistas. Atualmente é reconhecida como “a Dama do Samba de Campinas”, atraindo plateias de todas as idades.

18h -Jongo de Pinheiral (Rio de Janeiro /RJ)

Jongo de Pinheiral

O Grupo Jongo de Pinheiral, formado por moradores da comunidade, mantém viva esta expressão de origem africana deixada pelos negros escravizados da Fazenda São José dos Pinheiros, berço histórico de Pinheiral. Fundado em 1996 com o objetivo de preservar a dança de jongo e aprimorar a biblioteca cultural afro brasileira na região de Pinheiral -RJ.

19h30 – Aláfia (São Paulo/SP)

Alafia

Onze personalidades juntas para fazer surgir um som denso, cosmopolita, dançante. Tudo começou em 2011, quando o bando Aláfia esquentava afinidades em uma temporada de shows no Bar B, no centro de São Paulo. A fala da rua, o frescor dos encontros e o contato profundo com a ancestralidade afro-­brasileira então se mostraram aspectos fundamentais para a criação do grupo. Aláfia é o encontro entre o moderno e o tradicional, a periferia e o centro, a simplicidade e a sofisticação, a paz e a luta. Urbano, o bando pertence à cidade em transe. A música do Aláfia surge da digestão dessas influências diversas, do ponto de encontro entre rap,música de terreiro, MPB e funk. Ritmos e melodias dão forma a uma lírica sofisticada que questiona a sociedade atual e não deixa indiferente. Formada por Eduardo Brechó (voz e guitarra), Jairo Pereira (voz), Xênia França (voz), Lucas Cirillo (gaita), Alysson Bruno (percussão), Victor Eduardo (percussão), Pipo Pegoraro (guitarra), Felipe Gomes (bateria), Gil Du arte (trombone e flauta), Fabio Leandro (teclados) e Gabriel Catanzaro (baixo), a banda também conta com inúmeras parcerias e amizades da cena musical atual.

21h- Jongo do Tamandaré (Guaratinguetá/SP)

jongo do tamandaré

O Jongo da saudosa tia Mazé,com existência no bairro do Tamandaré em Guaratinguetá há mais de 100 anos e que há cerca de 10 anos apadrinhou a Comunidade Jongo Dito Ribeiro e nos ensinou a pisar na tradição e reconhecer nossas origens.

22h30- Choque Vermelho (Campinas/SP)

choque vermelho

O Show do Choque Vermelho trás um repertório próprio e interativo do início ao fim de sua performance. Trabalha projeções, performances e mensagens socais que perpassam referências da música afro-brasileira e latina. Seus integrantes são gente dos pontos de cultura, do teatro popular, da mídia livre e dos comunicadores independentes, militantes envolvidos com a efervescente cena da democratização da cultura e do conhecimento, da resistência periférica e marginal de Campinas. Estar num show do Choque Vermelho é como estar dividindo o palco com este.

00h Comunidade Jongo Dito Ribeiro (Campinas/SP)

comunidade jongo Dito Ribeiro

A Comunidade Jongo Dito Ribeiro é formada por um grupo que reconstitui a manifestação do jongo em Campinas/SP por meio da memória de familiares de Benedito Ribeiro e outras pessoas que se encontraram e se reconheceram como jongueiras.

01h30 – Fuluke e a Máfia Africana (Campinas /SP)

fuluke

O grupo Máfia Africana é um coletivo musical que tem raízes na música negra popular, com influências do camdomblé ao jazz. Com repertório de músicas próprias, as letras dialogam sobre a cultura preta ancestre e atual. Resgatando e fortalecendo os três pilares desta cultura através do RAP: oralidade, ancestralidade e resistência. As rimas em pretoguês de “Fuluke” dão sentido à intervenção musical dos toca-discos e samplers de “Xegado”, acompanhado pelo toques dos tambores de “Brendon” e a força das vozes e cânticos de “Meire”.

03h-Baque de Santa (Santa Barbára D’Oeste/SP)

baque de santa

Grupo de Maracatu de Baque Virado, Baque de Santa vem de Santa Barbara D’Oeste e tem influencias de diversas nações tradicionais de Maracatu, trazendo a diversidade desse ritmo em sua essência.

04h- Marília Correa (Campinas/SP)

Marilia Correa

Nascida em Campinas, Marília começou a carreira musical em 2009. O timbre e a sensibilidade musical única da artista vêm conquistando cada vez mais espaço nas noites do interior paulista e em grandes capitais. Seu repertório é composto por canções autorais que atraem cada vez mais seguidores e apaixonados por seu trabalho. Além disso, a cantora inclui em seu show grandes nomes como: Djavan, Lenine, Cazuza, Tim Maia, entre outros. Em 2013, Marília assumiu os vocais, violão e percussão de projetos assinados pela produtora 3S, com apoio da ProAc e da Secretaria de Cultura de SP, incluindo a releitura moderna do movimento Tropicalista. Hoje, ela leva arte visual e cultura às escolas, periferias e presídios.

05h Bateria Alcalina (Campinas/SP)

bateria alcalina

O Instituto de Artes da UNICAMP é o berço da Bateria Alcalina: em 2003, estudantes da universidade e percussionistas de São Paulo e Campinas formaram esta bateria universitária, que logo se destacou por sua proposta e características singulares. Além do samba, interpreta diversos ritmos afro-brasileiros adaptados para a formação de bateria de escola de samba.

No porão os Djs: Dj Samuca e Dj Brechó (do grupo Aláfia); DJ JP; DJ Taynara; DJ Chakal e nosso mestre de cerimonia o DJ Barata.

DJ Barata

Lucas Barata é natural de Salvador, Bahia. Sediado em São Paulo desde 2001 realiza atividades como DJ, Produtor Cultural, Pesquisador Musical e Livre-Radialista. Como DJ, se interessa mais particularmente pelos ambientes que a música pode ajudar a criar do que pelos processos de audição propriamente ditos, e defende a discotecagem como um motor de dinâmicas sociais, estéticas e festivas, como uma ferramenta de construção de espaços e relações.

Local : Casa de Cultura Fazenda Roseira – Rua Domingos Haddas nº1 , Residencial Parque da Fazenda , referencia: Av John Boyd Dunlop em frente ao Hospital da PUCCII .

Entrada : 1 k de alimento não perecivel (menos sal) ou 10 R$

Data : 9 de julho de 2016 .

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